Foto na posição vertical de uma mulher em pé, vestindo uma camiseta branca. Com uma das mãos, penteia cuidadosamente seu cabelo longo, liso e preto. O gesto é simples e cotidiano, mas dentro deste espaço ele ganha outro significado. Cuidar de si torna-se uma forma de reencontro, um tempo suspenso onde o corpo volta a ser território de atenção, escolha e dignidade.
Foto na posição vertical, em preto e branco, de uma mulher com a cabeça inclinada para baixo e risonha. Seus cabelos estão molhados e ela possui uma toalha sobre os ombros. Ao fundo, uma tela quadrada com a pintura da artista Marilyn Monroe observa a cena. O contraste cria um diálogo silencioso entre idealização e realidade. Entre passado e presente, a imagem revela um corpo que existe, resiste e se reconhece.
Foto na posição vertical de uma mulher de costas para a câmera segurando uma escova e uma prancha de cabelo. Sua camisa e short são na cor laranja. Ela observa sua imagem no espelho. A imagem se duplica e revela camadas: quem ela é, quem se vê e quem ainda deseja ser. No espelho, em letras azuis, está fixada a frase: Raça de Forte.
Foto na posição vertical de uma mulher com os cabelos molhados e ensaboados, presos a uma presilha de cor laranja. Uma toalha branca com manchas pretas repousa sobre seus ombros enquanto ela inclina o rosto para baixo.
Foto na posição vertical de uma mulher lavando o cabelo da outra. Uma encontra-se em pé, segurando o chuveirinho e a outra pessoa está deitada na cadeira de lavar cabelo, onde a água escorre lentamente. O gesto é técnico, mas também profundamente afetivo. Entre mãos, água e tempo, constrói-se um cuidado que reafirma humanidade e presença.
Foto na posição vertical do perfil de uma mulher em frente a grades. Uma toalha está apoiada em seus ombros enquanto a luz desenha seu rosto. O olhar atravessa o que é visível. Entre o dentro e o fora, o pensamento se projeta para além do espaço físico, habitando o tempo da espera e do desejo.
Foto na posição horizontal de uma mulher com os cabelos esvoaçantes, cuja tatuagem de uma pena em seu braço esquerdo ganha destaque por estar no primeiro plano na fotografia. Nela, vê-se o trabalho cuidadoso no cabelo de seu colega, em que os fios são tocados com atenção e delicadeza. Entre dedos, cabelos e silêncio, constrói-se um momento de confiança.
Foto na posição horizontal, em preto e branco. Mãos femininas fazem movimentos repetitivos em cima de uma touca na cabeça de um homem. As mãos pertencem a uma mulher de unhas pintadas e bem cuidadas, que utiliza pulseira de miçangas na mão direita.
Foto na posição horizontal. Uma mulher está em pé a lavar o cabelo da outra, que encontra-se deitada em uma cadeira de lavar cabelo e que mantém as mãos repousadas sobre as coxas, de modo relaxado. Mesmo estando privadas de liberdade, o gesto cria um intervalo de acolhimento. Ali, o cuidado transforma o ambiente e devolve ao corpo um lugar possível de descanso.
Foto na posição horizontal. A fotografia mostra o detalhe da perna de uma mulher, que está deitada em uma cadeira de lavar cabelo. Ela usa short curto na cor amarela e camisa laranja. Na perna, uma tatuagem do filtro dos sonhos ocupa o centro da cena. O corpo carrega marcas, símbolos e desejos. A tatuagem funciona como memória viva, lembrando que há histórias que permanecem mesmo quando tudo ao redor tenta silenciá-las.
Foto na posição vertical de uma mulher em pé, vestindo camiseta branca e short laranja. Sua mão esquerda segura seu cabelo longo, preto e liso, enquanto sua mão direita passa um pente azul nos fios. Seu olhar é direto, firme, sustentado. Ao fundo, na parede clara há desenhos coloridos de corações. O gesto de pentear o cabelo acontece como um ritual silencioso de cuidado e afirmação. Em meio a um espaço marcado por regras e limites, o corpo se reorganiza e se reconhece. O cuidado consigo mesma não é detalhe: é presença, é identidade, é a construção cotidiana de existir inteira.